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Como vencer as paixões da carne?



4 fevereiro, 2016


Você pode perguntar-se: “Que diferença faz ser cristão?” O cristão é cheio do Espírito Santo. Por isso é diferente das outras pessoas; e só poderia ser assim. O cristão não é mais deste mundo, não porque quer, mas porque Jesus não é deste mundo; e, como Jesus, você também não o é.
Você é destinado a este mundo, enviado como sal, como luz, mas não é dele, assim como o sal não é massa, assim como a luz não é treva. Você não é deste mundo. E por ser diferente o perseguem como Jesus e os apóstolos foram perseguidos. Perseguido, mas feliz, feliz justamente porque é perseguido.

Essa é uma diferença. “Que diferença faz ser cristão?” Só aqueles que experimentaram podem saber. Os cristãos não vivem mais na carne, mas no Espírito. E, porque vivem no Espírito, as obras da carne vão morrendo, e neles as obras do Espírito vão vivificando. Confira o que diz a Palavra de Deus em Gálatas 5, 16-25 sobre isso.

Entenda o termo carne

Essa é a diferença. O termo “carne” é equivalente à natureza humana. Sua natureza envenenada, corrompida por causa do pecado, que sozinha produz esses frutos narrados no versículo 19 de Gálatas 5: libertinagem, impureza, devassidão, idolatria, magia, ódios, discórdia, ciúmes, cólera, rivalidades, dissensões, facções, inveja, bebedeiras, orgias e outras coisas semelhantes. É isso que a natureza humana produz porque foi envenenada, corrompida pelo pecado. O próprio Jesus afirma: “De fato, é do coração que provêm más intenções, homicídio, adultérios, devassidão, roubos, falsos testemunhos, injúrias” (Mt 15,19). É do coração do homem que provém tudo isso.

Por esta razão, você tem de se convencer: sua natureza humana foi corrompida pelo pecado. E ela, por si só, produz esses frutos. É por isso que a Palavra de Deus lhe diz: “(…) andai sob o impulso do Espírito e não façais mais o que a carne deseja. Pois a carne, em seus desejos, opõe-se ao Espírito e o Espírito à carne; entre eles há antagonismo; por isso não fazeis o que quereis” (Gálatas 5:16-17).

Cuidado com a ociosidade

Não se pode deixar a natureza humana livre, fazendo o que quer. Atente para esta comparação: não é verdade que num terreno é muito fácil crescer mato? Você tem de lidar muito para acabar com essas ervas daninhas, para que possa fazer um canteiro, e plantar verduras que lhe sejam úteis. O mato, porém, nem é necessário ser plantado. Se não se tomar cuidado, ele cresce no meio das hortaliças que você plantou, e acaba por sufocá-las. O mesmo acontece com nossa natureza humana. Livre, ela é como o mato. Por esta razão, precisamos crucificar nossa carne com suas paixões e seus desejos. Há muitos cristãos que pensam que isso é exagero, é trucidar-se.

Mas, repare no versículo 24 de Gálatas: “Os que pertencem o Cristo crucificaram a carne com suas paixões e desejos”.

Os que são de Jesus Cristo crucificaram a carne com suas paixões e seus desejos. E… crucificar quer dizer crucificar. Pegar a “enxada” e hoje, amanhã e depois de amanhã cortar o “mato” de sua vida. Se não fizer isso, ele vai crescer. E todos os frutos da carne vão florescer em você: libertinagem, impureza, devassidão, idolatria, magia, ódios, discórdia, ciúme, cólera, rivalidades, dissensões, facções, inveja, bebedeiras, orgias e outras coisas semelhantes. Por isso, a vida cristã é um contínuo combate. Não apenas um combate exterior, mas principalmente, interior. É preciso combater nossa natureza humana, não deixá-la livre; ao contrário, devemos podá-la e crucificá-la.

Como vencer os impulsos da paixão?

A Palavra de Deus nos diz no versículo 16 dessa passagem bíblica: “Andai sob impulso do Espírito e não façais mais o que a carne deseja”. Devemos encher-nos do Espírito Santo, permanecer embriagados do Espírito e dar livre curso, livre acesso a Ele, para que produza todos os Seus frutos em nós, os quais estão muito bem expressos no versículo 22: “Mas eis o fruto do Espírito: amor, alegria, paz, paciência, benevolência, fé, doçura, domínio de si; contra tais coisas não há lei”.

O fruto do Espírito Santo é a caridade, ou seja, o amor. E deste provêm todos os outros frutos: alegria, paz, paciência, bondade, benevolência (que também se diz delicadeza), fé, doçura (que também se diz mansidão), domínio de si. Quanto mais deixarmos que o Espírito Santo produza os frutos d’Ele em nós, tanto mais os frutos da carne irão desaparecer.

“Os que pertencem a Cristo crucificaram a carne com suas paixões e desejos”. Se você vive pelo Espírito, ande também de acordo com o Espírito. Essa é a diferença! Vale a pena ser cristão!

Monsenhor Jonas Abib
Fonte: Canção Nova

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