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Seminário de Vida no Espírito Santo – O Amor de Deus



20 maio, 2014


I João 4, 7-16
“7 Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus, e todo o que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. 8 Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor. 9 Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: em nos ter enviado ao mundo o seu Filho único, para que vivamos por ele. 10 Nisto consiste o amor: não em termos nós amado a Deus, mas em ter-nos ele amado, e enviado o seu Filho para expiar os nossos pecados. 11Caríssimos, se Deus assim nos amou, também nós nos devemos amar uns aos outros. 12Ninguém jamais viu a Deus. Se nos amarmos mutuamente, Deus permanece em nós e o seu amor em nós é perfeito. 13 Nisto é que conhecemos que estamos nele e ele em nós, por ele nos ter dado o seu Espírito. 14 E nós vimos e testemunhamos que o Pai enviou seu Filho como Salvador do mundo. 15 Todo aquele que proclama que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele e ele em Deus. 16 Nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem para conosco. Deus é amor, e quem permanece no amor permanece em Deus e Deus nele.”
Hoje estou aqui para falar do amor de Deus. A palavra amor é uma das mais utilizadas hoje em dia e talvez a menos vivida, pelo menos no sentido verdadeiro. Confunde-se amor com desejo sexual, paixão, gostar… Onde devemos aprender a amar? Na fonte de amor, que é o coração de Deus. Como é o amor de Deus? É o amor que se dá, dá o melhor de si pelo ser amado. Deus deu seu filho único por amor a nós! E nós, a quem amamos, como amamos? Nosso amor está naquela esfera apenas do sentimento, e não se traduz em atitudes?
Vejamos exemplos: o que faz uma mãe ficar em vigília quando um filho está doente? É o amor. O que faz uma mulher sorrir diante dos cabelos brancos de seu esposo? É o amor. O que faz um pai jogar futebol com o filho quando tem um trabalho para entregar e sabe que terá de fazê-lo então de madrugada? O amor. O que faz uma mulher continuar amamentando mesmo quando seus seios sangram no início? O amor. O que faz com que perdoemos a quem nos fere? O amor.
O que faz alguém desistir de levar adiante uma gravidez não planejada? O que faz um homem não enxergar mais encantos nas rugas do rosto sua mulher? O que faz um pai achar que brincar com os filhos é algo enfadonho? O que faz alguém desprezar os avós da família? A falta de amor ou a presença de um falso amor…
Percebemos o verdadeiro amor pelos seus frutos: alegria, paz e misericórdia. E o falso amor traz consigo uma tristeza constante, instalada. Discórdia costumeira, hábito de confusão. Prazer em diminuir o outro. Sentimento de falta de responsabilidade diante do sofrimento do outro.
Diante da ordem “amemo-nos uns aos outros” muitas vezes agimos poeticamente, mas não agimos “em espírito e em verdade”…
I João 4, 18-21
“18 No amor não há temor. Antes, o perfeito amor lança fora o temor, porque o temor envolve castigo, e quem teme não é perfeito no amor. 19 Mas amamos, porque Deus nos amou primeiro. 20 Se alguém disser: Amo a Deus, mas odeia seu irmão, é mentiroso. Porque aquele que não ama seu irmão, a quem vê, é incapaz de amar a Deus, a quem não vê. 21 Temos de Deus este mandamento: o que amar a Deus, ame também a seu irmão.”
Quem faz a experiência com o amor de Deus não pode permanecer o mesmo, o reflexo do amor de Deus em sua vida muda o seu comportamento, muda suas atitudes. A fonte do amor de Deus é inesgotável, Deus nunca deixa de nos amar, é incondicional, ela independe das nossas respostas… mas temos de ter consciência de que este amor perfeito de Deus pode ser aceito por nós ou não. Aceitar a maneira de amar de Deus é abraçar a cruz, é perder para ganhar, é saber esperar, é cansar para proporcionar o descanso para os outros. O amor de Deus é doação total.
Muitas vezes odiamos e amamos ao mesmo tempo porque não estamos sendo bajulados o tempo todo, nosso amor vai se tornando instável, bem diferente do amor de Deus.
Se quisermos ser homens, mulheres jovens, crianças transformados pelo Espírito de Deus, precisamos imitar o amor de Deus, buscar nele a inspiração e seremos aquilo que Deus quer que sejamos.
Familiaris Consortio:
“18.A família, fundada e vivificada pelo amor, é uma comunidade de pessoas: dos esposos, homem e mulher, dos pais e dos filhos, dos parentes.(…) sem o amor, a família não é uma comunidade de pessoas, assim, sem o amor, a família não pode viver, crescer e aperfeiçoar-se como comunidade de pessoas.(…) O homem não pode viver sem amor. Ele permanece para si próprio um ser incompreensível e a sua vida é destituída de sentido, se não lhe for revelado o amor, se ele não se encontra com o amor, se não o experimenta e se não o torna algo próprio, se nele não participa vivamente”.
Quantas vidas nós temos vistas destituídas de sentido! Quantas famílias destituídas de sentido pois são como sedentos no deserto sem água! Mas há um oásis neste deserto, é a Eucaristia, fonte de amor, alegria, paz e misericórdia, resposta para os tempos atuais, alimento, consolo, restauração e fim de nossos anseios.
Precisamos fugir do “amor raso”, aquele que ama enquanto tudo vai bem, enquanto somos servidos, enquanto temos vantagens… Quando vem a doença, a infidelidade, a crise, a tentação, a fome, a nudez, a guerra… nada pode nos separar do amor de Deus, a não ser se nós aceitarmos, como muitos fazem hoje em dia, aceitando a Deus somente em casos de emergência…
Romanos 8, 35-39
“35 Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação? A angústia? A perseguição? A fome? A nudez? O perigo? A espada? 36Realmente, está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte o dia inteiro; somos tratados como gado destinado ao matadouro (Sl 43,23). 37 Mas, em todas essas coisas, somos mais que vencedores pela virtude daquele que nos amou. 38 Pois estou persuadido de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem o presente, nem o futuro, nem as potestades, 39 nem as alturas, nem os abismos, nem outra qualquer criatura nos poderá apartar do amor que Deus nos testemunha em Cristo Jesus, nosso Senhor.”
Precisamos proclamar que somos vencedores, pela escolha de Deus, mas precisamos ser filhos dóceis no colo do Pai, não fugindo de seus carinhos e de seus ensinamentos… Deixemos de ser filhos rebeldes, insensatos e inconsequentes!
Que o amor da Santíssima Trindade seja o nosso sustento, a nossa graça, o nosso apoio, a nossa inspiração! Que nossos filhos possam fazer a experiência do amor de Deus no nosso colo, no nosso ombro, ao olhar para nós. Amor que não se cansa de amar, que não descansa, a não ser no amor!

Sandra Capobianco
Discípula Sagrada Família

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10 Comentários para: " Seminário de Vida no Espírito Santo – O Amor de Deus "

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