Eleições… Chegou a hora de acertar!

Eleger uma pessoa para ocupar um cargo público requer de cada eleitor pesquisar e para procurar conhecer bem quais são as opções, quem são estes homens e mulheres que querem ser nossos representantes nas esferas estadual e nacional, temos de olhar bem cada um destes políticos e conhecer seu passado, avaliar bem suas propostas, principalmente ver se ele terá condições para cumprir os projetos que está apresentando.


Nesta eleição veremos outra vez políticos tentando a reeleição ou eleger seu sucessor. Agora devemos colocar na balança tudo que este candidato(a) fez durante sua vida política em especial nestes últimos 4 anos. Apareceram também muitos candidatos concorrendo pela primeira vez, muitos deles vemos que são pessoas até que sérias, mas outros percebermos que não tem nenhuma condição para nos representar.


Devemos avaliar bem cada proposta dos candidatos(as),  ver se encaixa com aquilo que pensamos ser o melhor para nosso País e nosso Estado marcado por ser locomotiva de nosso Brasil. Penso que os candidatos(as) devem apresentar propostas que valorizem a vida humana em todos os aspectos: desde a sua concepção até o seu término, educação e saúde de qualidade, distribuição de renda mais justa, combater as desigualdades sociais, promover a inclusão social, controle e preservação de todos os nossos recursos naturais, projetos que valorizem a família, valorizam das políticas sociais, uma carga tributária justa, mas gostaria de mencionar que os impostos que temos no Brasil são nas três esferas: federal, estadual e municipal, maior valorização de nosso patrimônio histórico entre outras sugestões que cada eleitor possuir.


Sempre pensei que a política serve para promover o bem a todas pessoas, política realizada com simplicidade, honestidade e muito trabalho, devemos escolher candidatos(as) que tenham soluções simples e eficazes, nada de soluções faraônicas para os nossos problemas, que já perduram a anos e muitos deles desde a nossa colonização, pois a saída para nossos problemas está em sair pela porta da frente.


Gostaria de neste artigo apenas propor idéias que possam contribuir neste processo eleitoral, sei que todos temos vontade de ver as coisas acontecerem, ver nascer um novo País mais justo, fraterno e humano.

Enio Rodrigues – Postulante de 2º ano na missão Santos/SP

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Testemunho do casal Manuel e Cristina

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Gostaríamos de dizer que nestes 4 anos em que estamos na Comunidade Católica Sagrada Família, Deus tem feito maravilhas em nossa família, que se eu fosse colocar aqui daria pra escrever um livro.

O nosso Carisma a cada dia tem feito com que minha família se torne cada vez mais aquilo que ela tem que ser a exemplo da Sagrada família, presença do céu na humanidade.

Por isso agradecemos ao nosso Fundador, formadores pessoais e de todos vcs que acreditaram e investiram no resgate da minha família, e que nos acolheram com tanto carinho fazendo nos sentir amados.

Quero colocar aqui um testemunho, pois todas as graças que alcançamos também é fruto do Terço do Louvor.

Começo de quando estávamos na cidade de Cubatão/SP e morávamos em um barraco de madeira de um cômodo, a Comunidade discerniu que deveríamos nos mudar para a cidade de Santos. Na nossa humanidade era uma loucura, mas colocamos em oração e rezando o terço do louvor, Deus fez maravilhas nos providenciando uma casa, e assim nos mudamos para Santos.

Eu trabalhava e tinha um salário muito abaixo do que nós precisávamos para viver, e colocamos em oração, rezando o terço do louvor, e mais uma vez Deus fez a graça acontecer, mudando eu de emprego com um salário digno de um pai de família.

Saímos de férias no ano passado e durante as férias a nossa família partilhava e colocava como projeto que assim que chegássemos, iríamos procurar uma casa maior com dois quartos para assim podermos mais uma vez engravidar, e os nossos filhos terem seu próprio espaço, e então colocamos em oração e rezando o terço do louvor, o que acontece?

Ao chegarmos de viagem encontramos a casa em que morávamos inundada da água de chuva acabando com todas as coisas que tínhamos dentro dela. Louvamos a Deus por tudo o que aconteceu e continuamos rezando, até que em 15 dias, Deus providencia uma casa mais próxima da Comunidade com 2 quartos e com espaço digno para uma família, e com um valor de aluguel que pra cidade onde moramos hoje, é uma providência, pois pagamos R$ 750,00 sendo que vale em média de R$ 1.300,00. Isso é um milagre!

Agora estamos grávidos, e daqui alguns dias chega a nossa filha – a Emanuelly - e o meu contrato de trabalho na Prefeitura acaba e mais uma vez adivinha o que iremos fazer?
Continuar sendo fiel a Deus que age pelo nosso carisma, oração, fraternidade, a vida ao ritmo da Palavra, fazendo tudo em torno de Jesus e o terço do louvor, é claro.

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Herói ou Otário?!

por Emmir Nogueira, Co-Fundadora da Comunidade Shalom *

Há alguns meses, surpreendi-me com uma afirmação da médica e escritora Ana Beatriz Barbosa Silva: O herói de ontem tornou-se o otário de hoje. Algo fez um “clic” dentro de mim, certa de que ela havia expressado algo que muitos percebem e poucos conseguem descrever. Onde estão os heróis? Onde os homens e mulheres cheios de virtudes e coragem? Onde os que dão a própria vida para salvar outros? Bem, aqui e ali se vê algum, exaltado pelo telejornal em um “ato humanitário”,mas a maioria, mesmo, aqueles que vivem o dia a dia longe das câmeras, esses são conhecidos como otários.

Se alguém ouve um grito de “socorro”, logo se encolhe, ou se joga no chão com medo de bala perdida. Um ou outro mais corajoso, esconde-se atrás da porta e liga para a polícia do celular. Socorrer, porém, quase ninguém socorre.

Presencia assalto na rua? Ah! Agora, sim, se faz algo como antigamente: correr o mais rápido possível. Só que, antigamente, se corria para ajudar a vítima, agora, corre-se para o lado oposto. Ou alguém vai ser otário de se meter entre o ladrão e a vítima? Nem pensar! Gritar “pega ladrão”? Só se for muito otário! Agarrar o braço do cara que está com a mão dentro da bolsa da senhora que se equilibra no ônibus? Otário!

E socorrer alguém que foi atropelado, assaltado, jogado no asfalto? Nem pensar! Pode ser um truque para pegar um otário que pare para socorrer. Dar carona? Pensa que sou otário? Mas, e se for uma carona para uma senhora idosa que está se arrastando em direção ao posto de saúde? Mas, que pergunta! Só um otário faria isso. Não vê que é truque para pegar alguma mente muito embotada? E se for um carro acidentado com alguém ensangüentado fazendo sinal no acostamento da estrada? Truque, otário. É ketchup e assalto na certa.

Certo dia, um homem foi assaltado e deixado ferido no meio da estrada. Passaram por ele um sacerdote e um levita, apressados para chegar à oração, e não foram otários. Não pararam para socorrê-lo. Afinal, heroísmo tem hora. Quem mandou ser assaltado e ferido logo ali na passagem deles?

Depois dos dois “homens de Deus”, passou um antipatizado por todos. Era estrangeiro e nem conhecia o lugar direito. Não conseguiria, porém, deixar aquele ferido sem socorro. Colocou-o em seu transporte, cuidou das feridas e ainda arranjou quem cuidasse dele até sua volta da viagem interrompida. Havia perdido um tempo enorme com aquele bagaço de homem, mas não se considerou otário. Aliás, nem otário nem herói. Apenas fez o que gostariam que fizessem com ele.

Uma noite, após um acidente, vi-me na estrada, com dois irmãos ensangüentados junto a mim e, logo atrás, um boi que havia “voado” quando pego por nosso carro. Era muito óbvio que havíamos tido um acidente. Eu e o rapaz, acenávamos para cada carro que passava, tentando conseguir ajuda para sua esposa, sangrando, encostada ao carro. Ninguém parou.

Não sei se você sabe o que isso significa, mas eu sei. Já fui o ferido a pedir socorro na estrada.

O segredo certamente é este: fazer aos outros o que gostaria que fosse feito a você caso estivesse na mesma situação. Ser um irmão, não um desconhecido, uma máscara na multidão. O herói é irmão, tem nome, endereço, coração, solidariedade, compaixão. O otário é… bem, um otário, mesmo. Um egoísta, individualista, sem nome, sem endereço, sem coração, indiferente ao sofrimento do outro.

O otário está pronto para assistir, impávido, o outro morrer, desde que salve sua pele. Enche-se de uma covardia bem conhecida, que vem do egoísmo. O herói está disposto a arriscar a própria vida para ajudar o outro. Enche-se de uma coragem desconhecida, que vem do amor. Essa é a definição correta, evangélica, verdadeira do herói. Foi isso o que Jesus fez, por amor. Infelizmente, foi isso o que esquecemos, a tal ponto que cometemos o lamentável engano de classificar como otário quem, na mentalidade do Evangelho, é herói.

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Natal: tempo de Jesus em nossas vidas!

Dom Paulo De Conto

Bispo de Montenegro – RS

Em todos os lugares em que estivermos, realidades e sentimentos do Natal se fazem sempre novidade. Os sonhos são acordados e as memórias escondidas no tempo ganham espaço no coração das pessoas de “boa vontade”. Deus age em todos os tempos e lugares. Afinal, quais seriam o tempo e o lugar desconhecidos por Deus? Enquanto o Natal se faz advento de Deus em nossas vidas, brota de dentro de nós, como dom de Deus, o desejo de eternidade, de vida nova e de um mundo mais justo e fraterno.

O tempo presente é o lugar da manifestação de Jesus Cristo. Ele, desde a manjedoura, passando pela cruz e ressurreição revela a Sua grandeza na fragilidade humana. “Ele tem feito tudo bem; faz tanto os surdos ouvirem como os mudos falarem” (Mc 7, 37). Por ser Ele o “Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo 14, 6), todos somos convidados a manifestar, no tempo presente, a Sua vontade, o Seu agir e o Seu falar. Jesus revela a todos nós o verdadeiramente humano.

Olhando cada dia para Jesus Cristo descobrimos sempre algo novo. Este novo não pode ser explicado, decodificado ou definido. Mesmo que a aventura das palavras tente definí-lo, sempre permanecerá um algo mais a ser expresso. Este novo que traz sentido para a existência humana é que se torna ação, testemunho de vida, alegria, entusiasmo, silêncio e esperança.

Enquanto os rumores do mercado de consumo tentam oferecer coisas materiais como sinônimos de felicidade, abramos o nosso coração para contemplar o cenário no qual Jesus nasceu, único capaz de trazer a alegria ao coração. Dos textos bíblicos que narram o momento do encontro de Deus com a nossa humanidade, surgirão muitas moções e inspirações capazes de trazer sentido para o nosso existir.

A novidade do Natal quebra a “rotina” do nosso “fazer humano” para dar espaço ao “fazer de Deus” em nós e para nós. Que esta novidade não passe despercebida e nem se torne uma rotina. É o tempo de Deus nas nossas vidas!

Tenhamos um Feliz Natal e um Feliz Ano Novo com Jesus Cristo!

Fonte: http://www.cnbb.org.br/site/articulistas/dom-paulo-antonio-de-conto/8337-natal-tempo-de-jesus-em-nossas-vidas

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O resgate da família.

No último dia 22 de outubro de 2011 estava no grupo de oração e enquanto me preparava para exposição do Santíssimo Sacramento, meu celular vibrou no bolso, não atendi por duas vezes as ligações e deixei cair na caixa postal.

Quando terminou o grupo de oração, peguei o celular para verificar as chamadas e verifiquei que se tratava de meu afilhado de casamento, retornei a ligação e ele me contou que estava desesperado e desejando muito conversar comigo a respeito de seu casamento, que não estava nada bem e que até mesmo, já havia deixado sua casa e estava morando temporariamente na casa de sua irmã. Pediu-me que conversasse com sua esposa, pois ela se encontrava irredutível quanto a separação, pois na opinião dela a relação havia chegado em um ponto que já não havia mais motivos para continuar, viviam em um ambiente com muitas brigas, agressões verbais e falta de diálogo, de modo que a relação estava ficando insustentável.

Liguei para sua esposa, me comprometendo ir com a Maristela, na casa deles em Mongaguá para conversar e tentar uma reconciliação, começando com seu retorno ao lar. Ela me disse que não queria vê-lo de forma alguma e que se eu e a Maristela fossemos a sua casa, ela não abriria a porta para nós, pois ela já sabia tudo que nós queríamos conversar e tentar fazê-la mudar de idéia não seria tarefa fácil, pois ela já estava cansada de ouvir conselhos, que para ela seria apenas baboseira, e comentou que o padre da paróquia local, que eles tem amizade já havia tentado estabelecer um diálogo entre os dois e não havia conseguido êxito, ela estava completamente irredutível sobre o fim do casamento, mesmo assim eu insisti e, então ela me respondeu que naquela noite não, pois ela não estava cansada e não queria receber visitas, mas que nós deixássemos para segunda-feira que ela iria conosco a qualquer lugar, mas iria em respeito a nós por sermos padrinhos de casamento.

Marcamos próxima segunda-feira por volta as 18h40min na casa de missão da comunidade Sagrada Família na Diocese de Santos, logo após ela sair da faculdade e ele do trabalho. Eu e o marido fomos à padaria comprar um lanche, enquanto a Maristela a acompanhava para entrar na casa. Quando voltamos ela me perguntou: Zósimo, o que tem nesta casa? Quando eu entrei na casa e no momento que subia as escadas, senti um forte arrepio por todo meu corpo.

Quando a Maristela me apresentou a Capela do Santíssimo Sacramento me veio uma vontade instantânea de perdoar o meu marido, mesmo sem ele merecer.

Lanchamos e fomos conversar pedindo que eles falassem do que estavam vivendo, mas combinamos o seguinte: quando um estivesse falando o outro não poderia interromper. Eles falaram por longo período, e eu e a Maristela ouvíamos tudo sem interrompê-los e orávamos nos nossos corações pedindo a Deus que nos concedessem palavras sábias para convencê-los a respeito da importância do matrimônio e que eles procurassem resolver os problemas diários juntos e não separados, distantes um do outro.

Explicamos para eles que o casamento é um sacramento e que Deus proporcionaria todas as possibilidades e condições para resgatar o matrimônio deles pela força do Espírito Santo. Os instruímos a viverem a prática do perdão diário e vivessem o matrimônio como um projeto de Deus. Propomos que se perdoassem que enxergassem os erros e que cada um deveria superar as suas dificuldades, oramos para que o Senhor os selasse naquele momento com um perdão verdadeiro. Os dois abraçaram e se perdoaram mutuamente. Eles nos agradeceram por fazê-los entender o verdadeiro sentido do matrimônio e a importância de estarem juntos para viverem debaixo da Graça de Deus.

Resumindo a história ele voltou na mesma noite para sua casa a convite dela. Eles ficaram maravilhados quando falamos do Carisma Sagrada Família e de toda sua força, se disseram dispostos e entusiasmados a fazer o retiro vocacional no ano de 2012.

Tenho ligado para o casal frequentemente para obter notícias sobre o andamento do casamento e tenho ouvido deles que as coisas tem andado melhor e que tudo esta bem, quando eles tem algum desentendimento eles buscam o dialogo, deixando que cada um fale de uma vez, como eles tinham aprendido e assim têm entrado em um acordo.

Divulgo este testemunho para mostrar que não podemos desanimar que devemos nos deixar levar pela força do Carisma, pois ele é de Deus e que Deus é fiel ao Carisma. Que o Senhor abençoe a todos e nos permita que mesmo em nossas limitações e misérias, sejamos portadores deste maravilhoso Carisma, que tem resgatado nossas famílias. Ainda não conhecemos como tal, mas nos colocamos em suas mãos como ferramentas as quais ele use quando quiser da forma como quiser!

Que o Senhor enquanto nos usar como instrumentos nos permita que também sejamos curados como os cegos do evangelho enquanto caminhavam.

Louvemos o Senhor porque Ele é bom e Eterna é a sua misericórdia.

De: Zósimo e Maristela.
Missão Santos

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