Quero convidar você que é pai, e você que é mãe, a plantar pequenas sementinhas diárias de fé no coração de seus filhos.
Com a vida de entrega e oração você levará Deus para a rotina de suas crianças.
Levando-as à oração, à adoração, à Santa Missa, ao grupo de oração, em ocasiões marcantes da vida, como a visita a um recém-nascido ou a um velório, por exemplo, temos a oportunidade de explicar, com paciência, o que é a vida sobre a terra, e o que é viver com Deus.
Nossos filhos não podem passar a maior parte de seus dias só em entretenimentos. Isso é muito importante, mas não é tudo. Devemos ensiná-los, por meio da Sagrada Escritura, que Deus está em tudo e em tudo devemos buscar a Sua Vontade: nas brincadeiras, no dever de casa, no convívio familiar, pois é no centro de sua Vontade que somos verdadeiramente felizes.
O respeito a Deus é incutido no coração da criança quando ela olha o pai e a mãe e vê este respeito, sem fingimentos. Podemos e precisamos falar claramente: “Filho, vamos à Santa Missa”, “Este é o Santíssimo Sacramento”, “Vamos pedir à Virgem Maria”, “Estamos rezando o terço”. O chamado que está escondido nestas expressões ficará gravado em seus corações. Quando fizermos o sinal da cruz, este deve ser sempre bem feito, assim como a genuflexão.
Ao adotarmos uma postura de respeito e amor quando estamos em oração, levamos a criança ao entendimento do que é Deus. Ela começa a absorver as “coisas do alto” pensando:
“Quem é este Deus que meus pais adoram? Silenciam? Confiam até quando falta alguma coisa? Olhei para os olhos da minha mãe, ela conversava com Deus. Eu não o vi, mas Ele é bom, percebi pelos olhos dela”.
Se tivermos uma fé vazia, não alicerçaremos a fé no coração de nossos filhos.
Esta fé é alimentada quando nós, pai e mãe, a vivemos mediante oração e obras.
Nossos filhos estão nos enxergando.
As crianças observam muito quando estamos calados, fazendo alguma coisa. Nosso corpo e atitudes falam. Os olhos dos pequenos nos observam muito mais do que pensamos.
Eles podem se aproximar de Deus por causa de nossa vida cristã, ou podem rejeitá-lo, por nos ver de costas para Ele.
Coloque Deus no centro de sua família e colha os resultados desta sábia semeadura!

Sandra Capobianco
Discípula Sagrada Família

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A Comunidade Católica Sagrada Família, fundada em 1994 com o carisma do Resgate da Família, tem trabalhado na evangelização das famílias através de uma série de ações como: aconselhamento familiar, retiros, grupos de oração para adultos, jovens, adolescentes e crianças, portal na internet, redes sociais, visitas às famílias, terços em família, socorro às famílias necessitadas, programas de rádio, palestras, Escola de Família em parceria com o Pontifício Instituto João Paulo II para estudos do matrimônio e família (sessão Brasil), etc.
Propomos os valores cristãos da pessoa, do matrimônio e da família através do grande modelo da Família de Nazaré segundo afirmou o beato João Paulo II no documento sobre S. José: [...] é na Sagrada Família, nesta originária “Igreja Doméstica”, que todas as famílias devem espelhar-se. [...] ela constitui, portanto, o protótipo e o exemplo de todas as famílias cristãs. (Redemptoris Custos, 7). A dinâmica utilizada para este fim é: amar, acolher, formar e acompanhar para darmos condições às famílias de viver a proposta da originalidade evangélica explicitada na Sagrada Escritura e reafirmada por João Paulo II: Família, torna-te aquilo que és. (Familiaris Consortio, 17).
Nossa história com os beatos Luís e Zélia Martin começa com Santa Teresinha que, aos poucos, foi aproximando-se de nós pela devoção que minha esposa Rosana tem para com ela. Com isso, fui percebendo que Deus queria algo mais para nossa comunidade pela proximidade da Santa da pequenez! Observava isto desde os primeiros anos de nossa comunidade. Em 2002 tive a oportunidade de ir à Lisieux pela primeira vez, onde, foi-me confirmado, por Teresinha, o propósito de Deus em torna-la, também, baluarte de nossa comunidade. Foi apenas o começo de um plano maior que Deus pretendia para nós. Foi preciso aguardar até que seus pais fossem beatificados e, entretanto, comecei um grande interesse sobre a vida deles. Lendo e pesquisando sobre eles, encontrei pela internet uma raridade aqui no Brasil: um exemplar de “História de uma família” editado em Portugal para o Brasil em 1949! Grande foi minha alegria. Uma grande graça de Deus. De fato foi isso mesmo: uma grande graça de Deus em minha vida e na vida da comunidade.
Aprofundando o conhecimento desta santa família, fui percebendo que, não somente Teresinha, mas também seus pais, deveriam se tornar baluartes da comunidade. De fato, foi o que aconteceu. No dia 1º de outubro de 2009, memória litúrgica de Santa Teresinha, oficializamos os três como os mais novos padroeiros da Comunidade Católica Sagrada Família. A partir de então, a necessidade de buscar informação sobre suas vidas e a sede que o Senhor colocou em nossos corações de viver como eles a santidade na família na perspectiva da santidade no cotidiano foi aumentando. Se é verdade o que é afirmado que, não somos nós que escolhemos nossos padroeiros e sim eles que nos escolhem, temos a certeza que, através desta escolha, existe um grande propósito de Deus para nós e através de nós, sobretudo, quando constatamos que as famílias foram identificando-se com a família Martin percebendo que era uma família como a sua! Vivendo todos os desafios próprios de ser uma família cristã fiel em meio a sociedade que vai perdendo seus valores e suas referências.
Em novembro de 2010 fui à Alençon e Lisieux com minha esposa com a intenção de fazermos uma peregrinação espiritual com a família Martin para aprofundarmos nossa intimidade com esses nossos novos amigos do céu. Também almejávamos trazer para o Brasil uma relíquia do casal, porém, sem nem mesmo saber por onde começar. Mas confiamos tudo a Teresinha e seus pais: se fosse a vontade de Deus, Ele providenciaria tudo. Foi o que ocorreu! Nosso contato com a Ir. Elisa em Alençon nos deu o direcionamento para, em Lisieux, procurarmos Mons. Lagoutte. Tivemos a feliz oportunidade de encontra-lo com sua secretária Dominique e, assim, oficializar nosso desejo de levar Luiz e Zélia para o Brasil. Prontamente fomos atendidos. Esta grande dádiva nos encheu de alegria e coroou o início de uma fecunda amizade entre a Comunidade Sagrada Família e o Carmelo de Lisieux através do Escritório Central nas pessoas de Mons. Lagoutte e Dominique somada às amizades com as Pequenas Irmãs de Santa Teresinha do Menino Jesus em Alençon: Elisa, Anastasia e Jane.
As relíquias de Luiz e Zélia Martin presentes na capela da sede de nossa comunidade são um sinal da presença deles em nosso meio a incentivar as famílias a viverem o amor a Deus e ao próximo, o abandono à sua vontade e Divina Providência espelhando-se na santidade no cotidiano testemunhada pelos nossos queridos beatos. Porém, entre nós, através das relíquias, Luiz e Zélia se tornaram missionários indo às famílias, aos enfermos, paróquias e comunidades em diversas cidades e Estados do Brasil. Através de palestras sobre a vida deles e a veneração de suas relíquias, muitas famílias no Brasil estão descobrindo a beleza de ser família e encontrando luzes para viverem o projeto de Deus a seu respeito. Aumenta cada vez mais o número de pessoas que, conhecendo-os, ama-os cada vez mais e procuram imitar suas virtudes de santidade. Eles são uma referência segura para as famílias se tornarem verdadeira Igreja Doméstica. Por isso, ocupam, entre nós, um lugar especial.

Italo J. Passanezi Fasanella
Fundador e Moderador Geral
Comunidade Católica Sagrada Família – Brasil

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Milagre Eucaristico

O atual Papa Francisco conduziu investigação para comprovar um dos maiores milagres eucarísticos da história recente, ocorrido em Buenos Aires em 1996.
Foi o chamado Milagre Eucarístico de Buenos Aires, onde uma Hóstia Consagrada tornou-se Carne e Sangue. O Cardeal Jorge Bergoglio, Arcebispo de Buenos Aires, hoje Papa Francisco, ordenou que se chamasse um fotógrafo profissional para tirar fotos do acontecimento para que os fatos não se perdessem. Depois foram conduzidas pesquisas de laboratório coordenadas pelo Dr. Castanon.

Os Estudos mostraram que a matéria colhida da Hóstia era uma parte do ventrículo esquerdo, músculo do coração de uma pessoa com cerca de 30 anos, sangue tipo AB de uma pessoa que tivesse sofrido muito com a morte, tendo sido golpeado e espancado. Os cientistas que realizaram o exame e os estudos não sabiam que era material proveniente de uma Hóstia Consagrada, isso só lhes foi revelado após a análise, e foram surpreendidos porque haviam encontrado glóbulos vermelhos, glóbulos brancos pulsando durante a análise, como se o material tivesse sido colhido direto de um coração ainda vivo.

A Hóstia Consagrada tornou-se Carne e Sangue
Às 19h de 18 de agosto de 1996, o Padre Alejandro Pezet celebrava a Santa Missa em uma igreja no centro comercial de Buenos Aires. Como estava já terminando a distribuição da Sagrada Comunhão, uma mulher veio até a ele e informou que tinha encontrado uma hóstia descartada em um candelabro na parte de trás da igreja. Chegando ao lugar indicado, o Padre Alejandro Pezet viu a hóstia profanada. Como ele não pudesse consumi-la, colocou-a em uma tigela com água, como manda a norma local, e colocou-a no Santuário da Capela do Santíssimo Sacramento, aguardando que dissolvesse na água.

Na segunda-feira, 26 de agosto, ao abrir o Tabernáculo, viu com espanto que a Hóstia havia se tornado uma substância sangrenta. Relatou o fato então ao Arcebispo local, Cardeal Dom Jorge Bergoglio, que determinou que a Hóstia fosse fotografada profissionalmente. As fotos foram tiradas em 6 de setembro de 1996. Mostram claramente que a Hóstia, que se tornou um pedaço de Carne sangrenta, tinha aumentado consideravelmente de tamanho.

Análises Clínicas
Durante anos, a Hóstia permaneceu no Tabernáculo e o acontecimento foi mantido em segredo estrito. Desde que a Hóstia não sofreu decomposição visível, o Cardeal Bergoglio decidiu mandar analisá-la cientificamente.

Uma amostra do Tecido foi enviado para um laboratório em Buenos Aires. O laboratório relatou ter encontrado células vermelhas e brancas do sangue e do tecido de um coração humano. O laboratório também informou que a amostra de Tecido apresentava características de material humano ainda vivo, com as células pulsantes como se estivessem em um coração.

Testes e análises clínicas: “Não há explicação científica”
Em 1999, foi solicitado ao Dr. Ricardo Castañón Gomez que realizasse alguns testes adicionais. Em 5 de outubro de 1999, na presença de representantes do Cardeal Bergoglio, o Dr. Castañón retirou amostras do tecido ensanguentado e enviou a Nova York para análises complementares. Para não prejudicar o estudo, propositalmente não foi informado à equipe de cientistas a sua verdadeira origem.

O laboratório relatou que a amostra foi recebida do tecido do músculo do coração de um ser humano ainda vivo.

Cinco anos mais tarde (2004), o Dr. Gomez contatou o Dr. Frederic Zugibe e pediu para avaliar uma amostra de teste, novamente mantendo em sigilo a origem da amostra. Dr. Zugibe, cardiologista renomado, determinou que a matéria analisada era constituída de “carne e sangue” humanos. O médico declarou o seguinte:

“O material analisado é um fragmento do músculo cardíaco que se encontra na parede do ventrículo esquerdo, músculo é responsável pela contração do coração. O ventrículo cardíaco esquerdo bombeia sangue para todas as partes do corpo. O músculo cardíaco tinha uma condição inflamatória e um grande número de células brancas do sangue, o que indica que o coração estava vivo no momento da colheita da amostra, já que as células brancas do sangue morrem fora de um organismo vivo. Além do mais, essas células brancas do sangue haviam penetrado no tecido, o que indica ainda que o coração estava sob estresse severo, como se o proprietário tivesse sido espancado.”

Evidentemente, foi uma grande surpresa para o cardiologista saber a verdadeira origem do tecido. Dois cientistas australianos, o cientista Mike Willesee e o advogado Ron Tesoriero, testemunharam os testes. Ao saberem de onde a amostra tinha sido recolhida, demonstraram grande surpresa. Racional, Mike Willesee perguntou ao médico por quanto tempo as células brancas do sangue teriam permanecido vivas se tivessem vindo de um pedaço de tecido humano que permaneceu na água. “Elas deixariam de existir em questão de minutos”, disse o Dr. Zugibe. O médico foi então informado que a fonte da Amostra fora inicialmente deixada em água durante um mês e, em seguida, durante três anos em um recipiente com água destilada, sendo depois retirada para análise.

Dr. Mike Willesee Zugibe declarou que não há maneira de explicar cientificamente este fato: “Como e por que uma Hóstia Consagrada pode mudar e tornar-se Carne e Sangue humanos? Permanece um mistério inexplicável para a ciência, um mistério totalmente fora da minha jurisdição”.

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A ruptura da família é o primeiro problema da sociedade contemporânea, afirma autoridade vaticana

Dom Vincenzo Paglia, Presidente do Pontifício Conselho para a Família no Vaticano, apresentou esta manhã no Escritório de Imprensa da Santa Sé o evento “De Milão a Filadélfia: as perspectivas do Pontifício Conselho para a Família”, no qual analisou-se os resultados do Encontro Mundial das Famílias em maio de 2012 nessa cidade italiana.

Participaram também Francesca Dossi e seu esposo Alfonso Colzani, responsáveis pelo Serviço para as Famílias da arquidiocese de Milão.

O Arcebispo recordou que esse acontecimento “demonstrou a força vital que as famílias representam na Igreja e na própria sociedade. Obviamente, há muitos problemas relacionados com o matrimônio e a família, mas não devemos esquecer que a família segue sendo o ‘recurso’ fundamental da nossa sociedade”.

As estatísticas são unânimes em assinalar que a família se situa no primeiro lugar como foco de segurança, refúgio, de apoio para a vida e se mantém no topo dos desejos da grande maioria dos jovens. Na Itália, por exemplo, ao redor de 80 por cento dos jovens dizem que preferem o matrimônio (civil ou religioso) enquanto apenas 20 por cento opta pela convivência.

Na França, as pesquisas indicam que 77 por cento quer construir sua vida familiar permanecendo com a mesma pessoa toda a vida. Por outra parte, a necessidade da família está gravada no coração humano, desde que Deus disse: “Não é bom que o homem esteja só″.

Esta verdade profunda que marca tão radicalmente a vida humana parece ser espancada por uma cultura contrária. Há uma escalada ao individualismo que racha a família, assim como as diferentes formas de sociedade. Por isso, a ruptura da família é o primeiro problema da sociedade contemporânea”, indica Dom Paglia.

O Prelado Vaticano, disse logo que “é certo que boa parte da história ocidental contemporânea foi concebida como libertação de qualquer laço: com outros, com a família, com a responsabilidade para o outro. E é igualmente certo que os laços, às vezes, oprimiram a subjetividade. Mas hoje a vertigem da solidão com o culto do eu, liberado de qualquer atadura e a desorientação provocada pela globalização acentuam ainda mais o individualismo e a tentação de fechar-se em si mesmos”.

A Igreja – prosseguiu – se preocupa com a crise que atravessam o matrimônio e a família, porque é consciente de que ambos são uma boa notícia, um evangelho para os homens e mulheres de hoje, freqüentemente sós e sem amor, sem paternidade, nem apoio.

A Igreja, perita em humanidade, conhece também o alto preço da fragilidade da família pago sobre tudo pelas crianças (nascidas e não nascidas), os idosos e os doentes. Nas diversas épocas históricas houve mudanças, inclusive profundas, na instituição familiar, mas nunca se abandonou seu “genoma”, sua dimensão profunda, quer dizer, ser uma instituição formada por homem, mulher e filhos.

Portanto, “urge uma atenta reflexão cultural e uma defesa mais vigorosa da família, para colocá-la –e rapidamente– no centro da política, da economia, da cultura, seja nos distintos países onde diferentes organismos internacionais, envolvendo também os crentes de outras tradições religiosas e as pessoas de boa vontade. É uma fronteira que toca os próprios fundamentos da sociedade humana. Daí o extraordinário interesse da Igreja sobre tudo neste momento histórico”.

O Pontifício Conselho para a Família “sente a necessidade de ajudar tanto dentro como fora dos limites da Igreja a redescobrir o valor da família. Há um grande trabalho a ser feito no plano cultural: trata-se de restaurar o valor de uma cultura da família, para que esta volte a ser atrativa e importante para a própria vida e para a sociedade”.

“Ocupar-se da família não significa restringir-se a um segmento da vida ou da sociedade: hoje significa ampliar os horizontes além de nós mesmos e decidir-nos a participar da construção de uma sociedade que seja ‘família’ em si mesma, até capacitar a ‘família’ dos povos e das nações”.

Iniciativas do Pontifício Conselho para a Família

O Prelado concluiu a sua apresentação ilustrando as iniciativas que, ao longo deste ano e até o próximo encontro das famílias na cidade de Filadelfia (EUA), o Pontifício Conselho realizará, entre as quais destaca-se a apresentação da Carta dos Direitos da Família, – elaborada há trinta anos por esse dicasterio – na sede das Nações Unidas em Nova Iorque e Genebra e no Parlamento Europeu.

Em abril começará uma série de seminários titulados “Diálogos para a família” em que os peritos de diferentes disciplinas abordarão questões relativas aos principais desafios relacionados com a família e o matrimônio.

Em Roma, no fim de junho terá lugar um congresso internacional de advogados católicos, centrado nos direitos de família e, por último, em outubro, a assembleia plenária do Pontifício Conselho se centrará na Carta dos Direitos da Família.

Nos dias 26 e 27 desse mesmo mês, por motivo do Ano da Fé, haverá uma peregrinação das famílias à tumba de São Pedro.

Fonte: ACI/EWTN noticias

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Ensinamentos de Dom Bosco sobre a murmuração.

Dom Bosco, ao contrário do que muitos pensam, tinha um temperamento classificado como “colérico”. No entanto, consciente do seu temperamento difícil, determinou-se a “domá-lo” com o auxílio da graça de Deus, além de toda sua luta pessoal e seu esforço contínuo.
Ele era muito dirigido por Deus através de seus sonhos. Num deles, um personagem o levou a uma linda plantação. Rapidamente, porém, as folhas foram murchando e a plantação perdeu todo o seu viço. Diante do olhar interrogativo de Dom Bosco, o personagem mandou que ele se aproximasse. Foi quando viu nas folhas uma espécie de ferrugem e perguntou: “O que é isso?” O personagem respondeu: A murmuração. Ela é como uma praga. Espalha-se rápido e põe tudo a perder. Ela mata a vida de qualquer comunidade”. Novamente questionou Dom Bosco: “O que fazer agora?”. E o homem respondeu: Com a murmuração não há outro jeito. É preciso exterminar”. Então, ele sentiu ecoar nos seus ouvidos as palavras: “É preciso exterminar!” e acordou. Foi a partir daí que ele começou a aplicar o ensinamento de que precisamos sempre: Pensar bem de todos, falar bem de todos e querer bem a todos”.

Eis o que deve ocupar os nossos pensamentos e as nossas conversas: tudo e somente o que é verdadeiro, justo, nobre, puro, virtuoso e louvável. Dessa forma, “A paz de Deus, que excede toda a inteligência, haverá de guardar vossos corações e vossos pensamentos, em Cristo Jesus” (Fl 4,7). Se a gente semeia jasmim, colhe jasmim. Mas se nós semearmos urtiga e insistimos nisso, não podemos esperar flores. Nossas palavras são como sementes. O que falamos, semeamos. Que Dom Bosco nos inspire e que Nossa Senhora Auxiliadora seja a nossa intercessora!

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib

Fundador da Comunidade Canção Nova e presidente de honra da Fundação João Paulo II, mantenedora do Sistema Canção Nova de Comunicação, em Cachoeira Paulista (SP). É um dos religiosos que mais se destacou utilizando os meios de comunicação na ação evangelizadora da Igreja Católica, na América Latina. Autor de 48 livros, Cd´s e DVD´s, além de várias palestras em áudio e vídeo.


Fonte: Assessoria de Imprensa Canção Nova / FJPII

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